Abaixo, apresento apenas um trecho do texto "Feedback em Ambiente Virtual", escrito por Helen Faria e disponível em http://ambientesvirtuaisdeaprendizagemposlin.blogspot.com/2008/05/feedback-em-ambiente-virtual-por-helen_10.html
Este texto traz várias informações sobre a importância do feedback em ambientes virtuais de aprendizagem. Neste trecho em especial, é apresentado o que os alunos esperam de um feedback.
"Já na sala de aula virtual, os mesmos autores (Schwartz & White) argumentam que os alunos consideram o feedback como efetivo quando este é: (1) imediato, oportuno, e completo; (2) formativo e dirigido ao grupo; (3) avaliativo; (4) construtivo, substantivo e que dê suporte; (5) específico, objetivo e individual e (6) consistente. Paiva (2003), baseando-se nos dados coletados de cursos on-line por ela já conduzidos, afirma que os alunos esperam feedback imediato e individual do professor através de ações como elogios, observações e registro das atividades feitas por eles. É esperado do professor que este encoraje e dê apoio aos alunos demonstrando comprometimento quanto ao desempenho deles. Schwartz & White (2000: 167) apontam para a dificuldade de oferecer feedback em ambientes on-line, pela falta de dados contextuais não oferecidos pelo meio virtual. Para evitar que os alunos se sintam isolados ou excluídos, os autores sugerem que haja feedback efetivo para minimizar um pouco a descontextualização e reduzir o sentimento de isolamento do aluno on-line. Paiva (2003) argumenta que visualização do professor pelos alunos se faz necessária, podendo ser feita por meio de incentivo ao grupo para tentar resolver uma dúvida, sugestão de leituras complementares, envio de informações técnicas, etc. Ela também salienta a importância do feedback entre os participantes, visto que o professor não é o único que tem as respostas para as dificuldades ou dúvidas que possam surgir. "
sexta-feira, 28 de maio de 2010
O Feedback
Proponho a discussão de algo que me parece fundamental ao trabalhar-se com interação e computador: o feedback.
Abaixo está parte do texto disponível em http://www.doceshop.com.br/blog/index.php/a-importancia-do-feedback-para-a-comunicacao-e-a-produtividade/
Trata sobre a importância do feedback para que haja uma boa comunicação entre as pessoas principalmente de empresas, mas acredito que podemos relacionar também com a profissão de professor.
A importância do feedback para a comunicação e à produtividade
Detalhes aparentemente sem importância podem ter grandes impactos na produtividade e eficiência no trabalho. Vamos aprender a valorizar um elemento fundamental na comunicação, o feedback.
A comunicação pode ser tida como a troca de entendimento entre pessoas, e informações entre máquinas. Sem ela é impossível qualquer relação interpessoal dentro ou fora do ambiente de trabalho.
Os elementos da comunicação são:
O emissor e o receptor
A mensagem
O canal de propagação
A resposta (feedback)
O ambiente (ruído)
Todos os elementos da comunicação são igualmente importantes, mas hoje vou falar especificamente de um vilão da comunicação, a falta de feedback. Existem muitas teorias sobre este elemento.
Porém, no momento, vou me referir ao tipo mais simples de feedback. Geralmente expressado por um ok, legal, beleza, entendi, um jóia ou acenar de cabeça.
A comunicação em prol da produtividade
O ambiente onde a comunicação é eficiente também é produtivo. Pesquisas comprovam que 80% dos problemas nas empresas são oriundos das falhas de comunicação e muitos deles podem ser evitados apenas valorizando o feedback.
Faça seu ambiente de trabalho mais produtivo simplesmente disseminando a cultura de confirmar todas as mensagens recebidas e pedir a confirmação das que são enviadas. Basta um – Ok.
O bom hábito de confirmar todas as suas mensagens pode até servir de álibi quando esquecerem de passar aquele recado importante. Afinal, não adianta alguém falar que lhe deu determinada mensagem se você não confirmou o recebimento.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O que é um Wiki?
Um Wiki é um espaço democrático de compartilhamento de idéias. Constitui-se, enquanto ferramenta para a construção de colaborativa de um texto eletrônico hipermídia e de conhecimento compartilhado. Essa é uma ferramenta que possui alto nível de interação e colaboração entre os participantes, que potencializa o trabalho e o aprendizado em conjunto.
Este vídeo apresenta como funciona essa ferramenta:
terça-feira, 25 de maio de 2010
A interação como fonte de conhecimento

A interação como fonte de conhecimento
Nos dias de hoje a informação e a comunicação se mostram bastante tecnológicas, e assim se tornaram grande fonte de conhecimento mudando a Educação como um todo.
Vê-se que estamos diante de uma nova forma de ensinar e aprender que está cada dia mais presente em nossas escolas e lares.
Você já parou para pensar como isso está envolvendo nosso dia-a-dia? E trazendo facilidades e oportunidades para nosso conhecimento?
Hoje é difícil quem não está logado em alguma comunidade virtual, trocando informações e descobrindo novas amizades pela internet.
Na Educação essa ferramenta pode ajudar muito, mas embora facilite a nossa vida, a interação mediada por computador ainda sobre muitas barreiras no âmbito educacional.
Mas sabe-se que um Ensino a Distância de qualidade requer muita didática para que seja significativo e que chame a atenção do educando. Cabe, dessa forma, ao educador buscar várias alternativas de ensino, instigando, e trabalhando o conteúdo em debate até que seja bem dominado por todos. Isso depende de cada software, plataforma virtual que será utilizada, usando seus recursos que são uma grande opção, fazendo com que um mesmo assunto não se torne algo chato de se aprender e sim algo prazeiroso.
A interação por algum meio tecnológico não se mostra como infalível, ela pode muitas vezes falhar, e dessa forma, educadores e educandos devem estar preparados e flexíveis para uma outra forma de aprender e ensinar.
Créditos da imagem: euvivieuvioueuouvi.blogspot.com/2009/03/voce-e-on_03.html
domingo, 23 de maio de 2010
A TECNOLOGIA QUE AJUDA A ENSINAR
A relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa, entre os professores a disseminação de computadores , internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga ainda provoca , expectativa pela chegada destes novos recursos, empolgação com a possibilidade que se abre, temor de que eles tomem seu lugar, desconfiança quanto ao potencial prometido, ou quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos.
Como e quando usar esta tecnologia em sala de aula?
Só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos, isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas, os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento mal feito. Do ponto de vista do aprendizado essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas.
É preciso avaliar se estas oportunidades são significativas, isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual.
A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje.
Postado por Rita Vivian, Restinga Sêca
Fonte: revista Nova Escola, junho/julho 2009.
A relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa, entre os professores a disseminação de computadores , internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga ainda provoca , expectativa pela chegada destes novos recursos, empolgação com a possibilidade que se abre, temor de que eles tomem seu lugar, desconfiança quanto ao potencial prometido, ou quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos.
Como e quando usar esta tecnologia em sala de aula?
Só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos, isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas, os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento mal feito. Do ponto de vista do aprendizado essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas.
É preciso avaliar se estas oportunidades são significativas, isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual.
A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje.
Postado por Rita Vivian, Restinga Sêca
Fonte: revista Nova Escola, junho/julho 2009.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Interação e interface
Além da interação existe a interface. Para compreender melhor estes conceitos veja o texto abaixo, é uma adaptação do texto "Uma Introdução à Interação Humano-Computador", disponível em http://www.computacao.gigamundo.com/2010/03/24/uma-introducao-a-interacao-humano-computador/.
Diferenciando interação e interface
Há dois termos que são usados indistintamente, mas que são diferentes: a Interação e a Interface. O campo de atuação da interação em IHC é tudo que ocorre durante a comunicação do homem (a realização de tarefas) e o computador. Já o conceito de interface é o componente (software) que mapeia as ações do usuário quando este solicita certo processamento ao sistema, através de uma aplicação e apresentação dos resultados pelo mesmo. Assim, a interação envolve, além da interface, o ambiente físico onde o trabalho é desenvolvido.
Encontram-se problemas de interface na maioria das aplicações atualmente, apesar de os projetistas investirem horas com a mesma, em virtude da não preocupação de quem as construiu com os fatores humanos: a percepção visual, a psicologia da leitura e o modelo mental do usuário.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Boas vindas!
Daniela!
Excelente a sua participação.
Queremos a visita e a participação de todos em todos os Blogs tecendo uma grande rede de comunicação, articulando idéias e produzindo juntos conhecimento.Boas vindas a todos a essa belíssima tecnologia.
Abraços,
Tutor Marcelo
Excelente a sua participação.
Queremos a visita e a participação de todos em todos os Blogs tecendo uma grande rede de comunicação, articulando idéias e produzindo juntos conhecimento.Boas vindas a todos a essa belíssima tecnologia.
Abraços,
Tutor Marcelo
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Ferramentas de mediação utilizadas em Educação à Distância
Parte do artigo " Ferramentas de interação em ambientes educacionais mediados por computador" de Alex Primo, disponível em: http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/ferramentas_interacao.pdf
Muitas são as ferramentas disponíveis para a mediação em ambientes de educação através do computador. O que se apresenta a seguir é uma análise de diversas ferramentas a partir de seu potencial interativo, tendo como ponto de partida a tipologia recém apresentada.
O serviço de e-mails permite uma discussão assíncrona entre no mínimo duas pessoas (tendo em vista que uma mesma mensagem pode ser enviada para um número bem maior de destinatários). Na verdade, o serviço de mensagens textuais eletrônicas é um dos mais antigos na Rede7. Porém, já evoluiu muito em sua breve história. Inicialmente, as mensagens podiam conter apenas texto. Atualmente, e-mails podem ser escritos em HTML e conter imagens, backgrounds e carregar consigo qualquer outro arquivo (em attachment). Mesmo assim, certas mensagens não-verbais como fisionomia ou entonação de voz, importantes em um contato interpessoal, não podem ser valorizadas através de e-mails. Convencionou-se assim o uso de emoticons8 com o intuito de oferecer pistas sobre como se sente o redator ao escrever a mensagem (alegre, triste, irônico, etc.). Através de e-mails é possível debater-se sobre os mais diversos assuntos, e até mesmo apaixonar-se ou ofender-se. Pode-se perceber através desse serviço interações mútuas onde os interagentes envolvidos se transformam uns aos outros através (principalmente) de mensagens textuais, e vão aos poucos qualificando a relação que constróem entre si. A interação que assim emerge só vai se definindo durante o processo. Não se encontra determinada ou prevista por antecedência9. As mensagens só são criadas e significadas a partir da complexidade cognitiva de cada um, levando em conta os contextos envolvidos e diante da relação que eles erguem.
Já uma lista de discussão é um serviço que recebe e distribui mensagens de todos seus “assinantes”. Logo, um e-mail enviado ao endereço eletrônico da lista é distribuído a todos participantes. Esta é mais uma ferramenta que permite interações mútuas entre diversas pessoas. Diferentemente do e-mail que normalmente é usado para o diálogo “um para um”, as listas permitem discussões de “muitos para muitos”. Devido à freqüente intensidade de debates e número de mensagens compartilhadas, mesmo interagentes que jamais se encontraram fisicamente tem a impressão de se conhecerem muito bem. Além disso, como a grande maioria das listas de discussão tem por objetivo uma temática específica, muitas são as comunidades virtuais que se organizam a partir e em torno desse serviço eletrônico. Os participantes dessas comunidades acabam por demonstrar uma responsabilidade pelo bom andamento das discussões e pela manutenção da coesão do grupo. Além disso, muitos são os neologismos e gírias criados no interior do grupo que, mesmo sendo inventados, passam a ter um significado compartilhado pela comunidade.
Se tanto os e-mails quanto as listas de discussão permitem interações assíncronas, os chats ou salas de bate-papo oferecem um ambiente para a livre discussão em tempo real, isto é, de forma síncrona. A interface comum desse serviço permite ao participante saber quem são as outras pessoas (ou pelo menos o apelido ou nick adotado) que estão conectadas e interagindo naquele momento. Além de enviar mensagens que serão mostradas na janela principal de todos participantes, cada interagente pode se comunicar em PVT (sigla para private, isto é, canal privativo) com outra pessoa sem que o resto da “sala” visualize o diálogo. O chat é uma das ferrament as mais poderosas para a interação mútua pois, devido à velocidade de intercâmbio de mensagens textuais (com ou sem imagens anexadas), oferece um palco para diálogos de alta intensidade e para a aproximação de interagentes sem qualquer proximidade física. Freqüentemente, pessoas que se conhecem em salas de bate-papo passam a se corresponder através de seus e-mails pessoais e assim, vão criando entre si uma relação de crescente proximidade, mesmo que separados geograficamente.
A videoconferência, por sua vez, incorpora as vantagens dos chats somando o recurso de emissão e visualização de imagens em vídeo dos interlocutores. Se em outras ferramentas, mensagens faciais não-verbais não podiam ser valorizadas, através do uso de pequenas webcams os interagentes podem ver como se comporta fisicamente seu parceiro no diálogo, e vice-versa. Contudo, por causa da maior quantidade de dados necessários para a constituição de cada quadro (frame) da imagem videográfica, a qualidade do movimento do vídeo é prejudicado devido a atual baixa taxa de transmissão de bits por segundo na Internet. E se ao vídeo ainda é somado o áudio da voz do interlocutor, incrementa-se ainda mais a quantidade de dados a enfrentar a pequena largura de banda da rede brasileira, que acaba funcionando como um estreito gargalo que limita sobremaneira o envio de dados em tempo real. Isto é, o vídeo visto na pequena janela de videoconferência mostra uma imagem com poucos quadros por minuto, fazendo com que o movimento fique truncado. Diante dessa limitação, muitas vezes despreza-se a transmissão da voz, preferindo-se associar uma janela de chat em modo texto para acelerar o envio e recebimento de informações.
Outra ferramenta de interação que passa a ter uso em ambientes de ensino à distância é o chamado quadro branco. Trata-se de um programa que pretende simular o uso de um painel onde todos possam escrever e desenhar. Mas, mais do que isso, além de todos os participantes verem o que os outros fazem, é possível também que cada um deles interfira, acrescente ou mesmo apague o texto ou ilustração do outro. Os programas de quadro branco se constituem em uma poderosa ferramenta para a construção cooperativa de documentos. No entanto, os interagentes muitas vezes apresentam dificuldades de coordenação, já que todos podem modificar o quadro ao mesmo tempo. Isso mostra também a dificuldade que muitos apresentam
em trabalhar de forma cooperada, tendo em vista a ênfase de nossa cultura no trabalho individual.
Já os fóruns e livros de visita (guestbooks) servem de interface tanto para interações mútuas quanto reativas, dependendo de seu uso e objetivo. São muito usados a Web para que os visitantes de um site, por exemplo, deixem suas opiniões e sugestões sobre as páginas visitadas. Cada texto enviado é ordenado em uma seqüência cronológica. O serviço é normalmente usado para simples registro linear de opiniões10, mantendo-as em uma estrutura estática que pouco motiva o intercâmbio de idéias. Por outro lado, pode servir de ambiente para debate de certos temas propostos.
Alguns preferem o uso de fóruns por seu ordenamento de todas as mensagens enviadas em uma ou mais web-pages. Dessa forma, qualquer pessoa que visite o site pode recuperar a evolução da discussão. Porém, isso resulta em maior tempo de espera para que toda a página seja carregada no browser. Cada vez que se queira ler ou enviar novas opiniões é preciso aguardar o download de todo código HTML, que vai ficando progressivamente maior e “mais pesado”.
sábado, 1 de maio de 2010
Boas Vindas....
Olá pessoal, sejam bem-vindos ao blog da disciplina Interação Mediada por Computador.
Esperamos que a gama de informações disponibilizadas e discutidas ao longo destas tês semanas, neste blog, sejam significativas e possam ser transformadas em conhecimento. Desejamos um bom diálogo para todos!
Giliane e Tarcila
Esperamos que a gama de informações disponibilizadas e discutidas ao longo destas tês semanas, neste blog, sejam significativas e possam ser transformadas em conhecimento. Desejamos um bom diálogo para todos!
Giliane e Tarcila
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